[ 30/33 ]

Voltar à Homepage
Voltar à Seção Artigos

TRATAMENTO CIRÚRGICO - TIPO B (STANFORD)

Nas operações sobre a aorta descendente, devem ser adotadas medidas destinadas a preservar a medula. A mais frequente dessas medidas é o uso do bypass esquerdo (retirada de sangue do átrio esquerdo e injeção na artéria femoral), seguido do bypass femoro-femoral veno-arterial. O adequado estagiamento da operação possibilita uma redução substancial do tempo de clampeamento aórtico.

A técnica de interposição de enxerto no interior da luz verdadeira tem sido substituida pela técnica denominada "tromba de elefante", em que um enxerto tubular é suturado na porção proximal da aorta, usualmente acima do ponto da dissecção e evertido para a luz da aorta. Diversas variações da "tromba de elefante" tem sido descritas; todas com a finalidade de tornar a cirurgia o mais rápida possível, com o intuito de minimizar o período de isquemia da medula.

A paraplegia é a complicação mais severa do tratamento cirúrgico das dissecções da aorta descendente e a sua prevenção é parte importante de todos os protocolos cirúrgicos.